18 de fevereiro de 2011

Tento esquecer-te. 
Deixei de falar de ti e de dizer o teu nome, 
deixei de o desenhar no espelho da casa de banho, 
quando o vapor inunda todas as superfícies. 
Em vez disso, tenho o coração embaraçado de dúvidas e o 
olhar desfocado pelo absurdo do teu silêncio continuado, 
o olhar de quem aprende a adaptar-se a uma luz desconhecida, 
a uma nova realidade.

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